Os Filhos
Sempre tive esta sensação muito forte, com os meus filhos, de que estavamos tão ligados emocionalmente que o meu estado era alterado por alguma alteração do estado deles e vice versa. Eu e muitas outras mães concerteza. Sempre vivi muito esta ligação e sempre confiei muito nesta coisa que chamam a intuição de mãe. Estudos da neurobiologia explicam agora algumas destas coisas...
Continuo a sentir com a pequenina (três anos) tudo isto mas com o grande (18 anos) vivo neste momento uma fase de corte do cordão umbilical. Tenho medo de perder esta empatia com ele, claro que já a perdi..., mas quero substituí-la por outro mecanismo afectivo de ligação que nunca permita que nos afastemos.
Aqui fica um bocadinho do artigo que li neste sítio
(...)Allan Schore (2003) descreve o modo como a mãe intuitiva, sintoniza e ressoa com o estado psico-físico da criança, designando este processo como sincronização afectiva, no qual o bebé é activado (ou desactivado ou hiperactivado) dinamicamente e a mãe corrige a intensidade e a duração da sua estimulação afectiva com a finalidade de manter uma situação positiva na criança. De facto, segundo este autor, a coordenação das respostas é tão rápida, o que lhe sugere a existência de um elo ou vínculo de comunicação inconsciente, numa matriz interactiva promotora
da expressão dos afectos internos da criança.
A mãe ou o cuidador primário também participam no restabelecimento interactivo da regulação dos estados de tensão induzidos na criança, sendo a tensão, definida como, uma assincronia numa sequência de interacções.
Seguindo, um período de restabelecimento da sincronia que permite a recuperação da tensão. Havendo um padrão de correspondência entre a disrupção e a reparação do cuidador “suficientemente bom”. De facto a sintonia psicobiológica, a ressonância interactiva, a sincronização mútua e o abarcar dos ritmos psico - biológicos são os
processos fisiológicos que medeiam a formação dos elos de vinculação e estes processos regulatórios são precursores da vinculação psicológica e das emoções associadas.
Ele conclui que a Vinculação é um processo interno que promove a transferência dos afectos entre mãe e criança,
pois a mãe sincroniza e ressoa com os ritmos dos estados internos da criança e regula o nível de estimulação não só
minimizando os afectos negativos, mas também a maximização das oportunidades para o afecto positivo. Aliás
Stroufe (1996) já considerava que a Vinculação é a regulação diádica (interactiva) da emoção
Continuo a sentir com a pequenina (três anos) tudo isto mas com o grande (18 anos) vivo neste momento uma fase de corte do cordão umbilical. Tenho medo de perder esta empatia com ele, claro que já a perdi..., mas quero substituí-la por outro mecanismo afectivo de ligação que nunca permita que nos afastemos.
Aqui fica um bocadinho do artigo que li neste sítio
(...)Allan Schore (2003) descreve o modo como a mãe intuitiva, sintoniza e ressoa com o estado psico-físico da criança, designando este processo como sincronização afectiva, no qual o bebé é activado (ou desactivado ou hiperactivado) dinamicamente e a mãe corrige a intensidade e a duração da sua estimulação afectiva com a finalidade de manter uma situação positiva na criança. De facto, segundo este autor, a coordenação das respostas é tão rápida, o que lhe sugere a existência de um elo ou vínculo de comunicação inconsciente, numa matriz interactiva promotora
da expressão dos afectos internos da criança.
A mãe ou o cuidador primário também participam no restabelecimento interactivo da regulação dos estados de tensão induzidos na criança, sendo a tensão, definida como, uma assincronia numa sequência de interacções.
Seguindo, um período de restabelecimento da sincronia que permite a recuperação da tensão. Havendo um padrão de correspondência entre a disrupção e a reparação do cuidador “suficientemente bom”. De facto a sintonia psicobiológica, a ressonância interactiva, a sincronização mútua e o abarcar dos ritmos psico - biológicos são os
processos fisiológicos que medeiam a formação dos elos de vinculação e estes processos regulatórios são precursores da vinculação psicológica e das emoções associadas.
Ele conclui que a Vinculação é um processo interno que promove a transferência dos afectos entre mãe e criança,
pois a mãe sincroniza e ressoa com os ritmos dos estados internos da criança e regula o nível de estimulação não só
minimizando os afectos negativos, mas também a maximização das oportunidades para o afecto positivo. Aliás
Stroufe (1996) já considerava que a Vinculação é a regulação diádica (interactiva) da emoção




3 Comments:
At 4:45 AM,
Anónimo said…
best regards, nice info order valium online cpu cache http://www.buydidrexonlinenextdayair.info Camoflauge colors permanent cosmetics Detector discount laser radar san antoniotx debt counselors Can you give valium to a cat humidifiers product reviews reports by consumer search - c
At 4:16 PM,
Anónimo said…
Excellent, love it! »
At 3:09 PM,
Anónimo said…
What a great site Broadcasting minor league sports buy fioricet Neurontin and prednisone Parental control phones Kenmore washers warranty information Fitness and losing weight Tritia toyota Zocor over the counter Mike voight medical malpractice faucet Customs duty management training Online baby nursing concerta er brio handbags
Enviar um comentário
<< Home