Loolady

thoughts of a Lady almost in her 40s

sexta-feira, março 31, 2006

Adeus


Vou fechar este capítulo. Vou encerrar este Blog. Quando o criei pensava que podia ser, uma boa maneira de ir falando com os amigos e família,que são poucos e vivem longe de mim, ou então de fazer novos amigos. Mas isso não aconteceu. Excepção feita a dois ou três companheiros que foram tendo a amabilidade de por aqui passar, de vez em quando, e aos quais agradeço a atenção dispensada, um abraço para eles.
Não sei se foi por falta de familiaridade com estas coisas dos blogs ou por falta de tempo, ou por não haver nada a contrapor, qualquer coisa fez com que o meu objectivo inicial, não tivesse sucesso. Passados quase dois anos, deixo ficar este espaço, onde fui desabafando e comentando alguns acontecimentos dos dias que vamos atravessando, como sabemos, o melhor que podemos, mas que, sobretudo para quem escreve em blogs, dias que queriamos partilhar com mais amigos, com mais afecto.
Não sei o que vai acontecer a seguir, se iniciarei outro blog, com outro objectivo. Talvez tente especializar mais o tema do blog, ou dedicá-lo à divulgação de temas que me interessam. Não sei. Vamos ver... a LOOLADY, quase a chegar aos 40, vai seguir por outros caminhos.
Bye Bye

Ao lado, para ouvir, Marylin Monroe canta Bye Bye....

segunda-feira, março 20, 2006

IMPÉRIO DE MR. DANGER


A América Latina vem ai, outra vez?
O Líder venezuelano, que, nos últimos tempos tem mostrado as suas garras em diversos discursos que tem feito nas Nações Unidas e no Forum Social Mundial, por exemplo, voltou hoje ao ataque e disse aquilo que muita gente tem vontade de dizer. Chamou o Presidente Bush pelos nomes que muita gente tem vontade de chamar.
É assim mesmo!. Parece que estava toda a gente a dormir.
Acordem!
Viva o Indío!
Lembram-se da Canção do Caetano? Um Indío descerá... lá lá lá. Aquele caetano...acerta sempre em cheio!
Mas por agora na coluna ao lado podem ouvir o próprio do Hugo Chavez, no seu melhor!

quinta-feira, março 16, 2006

Pensamentos à Solta, ou como ser português na plena forma brasileira


Claro que sou cristão; e outras coisas, por exemplo budista, o que é, para tantos, ser ateísta; ou, outro exemplo, pagão. O que, tudo junto, dá português, na sua plena forma brasileira” – Agostinho da Silva, “Pensamento à Solta

Na coluna lateral podem ouvir: "Andorinha da Primavera" dos MADREDEUS. Fica bem com a fotografia(Teresa Salgueira olhando o Atlântico)e, pensando bem, o Agostinho da Silva devia ser um admirador dos Madredeus...

sábado, março 11, 2006

Adiante, que o povo não está p'ra lamechices!

A propósito do último post, ficou provado que não serviu para nada. Nem para comover o "Ti" a quem se dirigia, nem para promover os comentários. Não esperava outra coisa, em relação a esta segunda questão. Cada vez tenho mais a certeza que os blogs "egoistas", onde os autores passam o tempo a falar do umbigo , não são os mais entusiasticamente visitados, quando são é por uma espécie de voyerismo um pouco doentio, talvez.

Passando à frente, que o povo não está pr'a lamechices , aqui fica uma excelente ligação para o último post do blog sono consciente, um dos melhores que por aí andam!
Excelente!

sábado, março 04, 2006

Para Ti


Quando o Amor fica do avesso, eu atravesso-me no teu caminho e tudo cai.
Ai, Ai.
Se tudo o que quero, somos nós... porque se fazem tantos nós e não se desfazem?
O nó da garganta doi e o sol não levanta no meu dia.
Eu só te queria...


Um dia, tudo vai passar. Passa? E o que está para onde vai?
Ai,Ai!
Eu mando pró diabo que o carregue! e Tu?
Mal empregue! O Amor nunca devia cair, nem sucumbir, só ir!

Um Beijo
(Imagem - AMOR no HAVAI)
Para ler com música, carregar no botão lateral.

sexta-feira, março 03, 2006

Os Filhos

Sempre tive esta sensação muito forte, com os meus filhos, de que estavamos tão ligados emocionalmente que o meu estado era alterado por alguma alteração do estado deles e vice versa. Eu e muitas outras mães concerteza. Sempre vivi muito esta ligação e sempre confiei muito nesta coisa que chamam a intuição de mãe. Estudos da neurobiologia explicam agora algumas destas coisas...
Continuo a sentir com a pequenina (três anos) tudo isto mas com o grande (18 anos) vivo neste momento uma fase de corte do cordão umbilical. Tenho medo de perder esta empatia com ele, claro que já a perdi..., mas quero substituí-la por outro mecanismo afectivo de ligação que nunca permita que nos afastemos.

Aqui fica um bocadinho do artigo que li neste sítio

(...)Allan Schore (2003) descreve o modo como a mãe intuitiva, sintoniza e ressoa com o estado psico-físico da criança, designando este processo como sincronização afectiva, no qual o bebé é activado (ou desactivado ou hiperactivado) dinamicamente e a mãe corrige a intensidade e a duração da sua estimulação afectiva com a finalidade de manter uma situação positiva na criança. De facto, segundo este autor, a coordenação das respostas é tão rápida, o que lhe sugere a existência de um elo ou vínculo de comunicação inconsciente, numa matriz interactiva promotora
da expressão dos afectos internos da criança.
A mãe ou o cuidador primário também participam no restabelecimento interactivo da regulação dos estados de tensão induzidos na criança, sendo a tensão, definida como, uma assincronia numa sequência de interacções.
Seguindo, um período de restabelecimento da sincronia que permite a recuperação da tensão. Havendo um padrão de correspondência entre a disrupção e a reparação do cuidador “suficientemente bom”. De facto a sintonia psicobiológica, a ressonância interactiva, a sincronização mútua e o abarcar dos ritmos psico - biológicos são os
processos fisiológicos que medeiam a formação dos elos de vinculação e estes processos regulatórios são precursores da vinculação psicológica e das emoções associadas.
Ele conclui que a Vinculação é um processo interno que promove a transferência dos afectos entre mãe e criança,
pois a mãe sincroniza e ressoa com os ritmos dos estados internos da criança e regula o nível de estimulação não só
minimizando os afectos negativos, mas também a maximização das oportunidades para o afecto positivo. Aliás
Stroufe (1996) já considerava que a Vinculação é a regulação diádica (interactiva) da emoção