Loolady

thoughts of a Lady almost in her 40s

sexta-feira, julho 15, 2005

Ao meu filho




Homenagem ao meu filho Bernardo que só me dá alegrias!

Qualquer dia temos médico!

Que continues o teu brilhante caminho e que leves contigo essa chama sempre acesa!

Que os anjos te protejam meu amor!

quinta-feira, julho 14, 2005

Banalidades

Quando era mais miúda era mais "intelectual" do que sou agora. A falta de tempo para ler, sobretudo, liga-me sem dúvida ao lado mais banal do quotidiano, de qualquer maneira restou alguma sensibilidade e uma cabeça que eu acho que é curiosa e observadora. Enquanto lavo a loiça ou mudo as fraldas da pequenina penso em coisas importantes sobre o mundo e a humanidade, mas não as intelectualizo tanto como algumas pessoas fazem... os intelectuais...
Gosto do Caeiro por causa do elogio da simplicidade, e as banalidades quando são ditas com humildade podem ser tão poderosas!
Incomoda-me a preocupação constante de certas pessoas em intelectualizar tudo e de nariz no ar.
Em Portugal há muitas desse género...
Às vezes precisam de uma vida inteira e das respectivas pancadas que a vida dá para chegarem a velhinhas e ficarem melhores dessa doença.
Enfim... foi só um desabafo. Afinal também é para isso que servem os blogs.

sábado, julho 09, 2005

Alquimia

A descoberta de Casimiro de Brito, foi feita por acaso, durante umas divagações internauticas que me levaram a um site português sobre Alquimia, o Triplov(em link no título)
É sem dúvida um assunto que me interessa mas dá-me muita seca aquela coisa do segredo.
"O Segredo é Necessário e Obrigatório" (esta é do F.Pessoa, também ele um adepto da Alquimia...)
Ao ponto a que o mundo chegou parece-me muito egoista esta coisa do conhecimento hermético.
Se sabem alguma coisa que sirva para melhorar a vidinha do pessoal porque é que não divulgam?
Ora Bolas! ou deverei neste caso dizer Pedras... Salgadas (esta piada é só para os iniciados, eh,eh)

sexta-feira, julho 08, 2005

Ai,Ai!


(...) Mesmo eu, o que sonha tanto, tenho intervalos em que o sonho me foge. Então as coisas aparecem-me nítidas. Esvai-se a névoa de que me cerco. E todas as arestas visíveis ferem a carne da minha alma. Todas as durezas olhadas me magoam o conhecê-las durezas. Todos os pesos visíveis de objectos me pesam por a alma dentro.

A minha vida é como se me batessem com ela.


Fernando Pessoa, Livro do Desassossego