Loolady

thoughts of a Lady almost in her 40s

segunda-feira, junho 28, 2004

Cada um a tratar da sua vidinha...

Quando acordarmos do futebol o país vai estar diferente.

quinta-feira, junho 24, 2004

Mais filmes anti Bush

Estreiam hoje em França dois novos filmes anti Bush.
Liberty Bound da uma texana, Cristhine Rose e Le Monde selon Bush do françês William Karel.
Resta-nos esperar que passe a febre do futebol e ver se nos calha em sorte a estreia nacional destes dois e , claro do Fahrenheit 9/11 de Michael Moore.
A ver...

segunda-feira, junho 21, 2004

Para as meninas

Ah! Meninas, querem uma fotografia do Kurz?
Aqui vai


Como alguém disse: O modernismo era dominado pelas imagens das máquinas e o pós modernismo é dominado pelas máquinas de imagens...

Afinal, sempre estudei umas coisas!

Manifesto Contra o Trabalho

Agora vou ler este texto que descobri entretanto, lá se vai o meu estudo sobre o pós modernismo, ou será que estou a vivenciar o pós modernismo? É isso o pós modernismo?

Robert Kurz

Robert Kurz

Nascido em 1943, estudou Filosofia, História e Pedagogia. Vive em Nurenberg como publicista autónomo, autor e jornalista. É co-fundador e redator da revista teórica EXIT - Kritik und Krise der Warengesellschaft (EXIT - Critica e Crise da Sociedade da Mercadoria). A área dos seus trabalhos abrange a teoria da crise e da modernização, a análise crítica do sistema mundial capitalista, a critica do iluminismo e a relação entre cultura e economia. Publica regularmente ensaios em jornais e revistas na Alemanha, Áustria, Suiça e Brasil. O seu livro O Calapso da Modernização (1991), também editado no Brasil tal como O Retorno de Potemkine (1994) e Os Últimos Combates, (1998) provocou grande discussão e não apenas na Alemanha. Mais recentemente publicou Schwarzbuch Kapitalismus (O Livro Negro do Capitalismo) em 1999 e weltordnungskrieg (A Guerra de Ordenamento Mundial) e Die Antideutsche Ideologie (A Ideologia Anti-alemã) em 2003, não editados em português.

A Biologização do Social

Encontrei este texto,quando pesquisava sobre pós modernismo para uma frequência que vou ter amanhã. Vou tentar saber mais sobre o autor, Robert Kurz. Aqui fica um pouco para abrir o apetite. Vale a pena ler.

"O neoliberalismo, com sua pseudofísica ideológica das leis de mercado, soltou as peias de todos os demônios do barbarismo moderno e, assim, remontou à irracionalidade do "cientificismo social" do século 19. A naturalização da economia, porém, acarreta como consequência lógica a bestialização das relações sociais. Os mentores neoliberais não respondem apenas pelo advento do fundamentalismo, mas também pelo atual regresso ao darwinismo social e ao anti-semitismo.

domingo, junho 20, 2004

Repórter Estrábico

Uma muito boa banda portuguesa!
Gostei muito do concerto de apresentação do novo disco , na sexta-feira, na Praia da Luz, Foz do Douro. O Luciano(vocalista) vestido de toureiro, como se fosse para uma pega, agarrou com garra o desafio e o resultado foi um belo concerto.

sábado, junho 19, 2004

Fractais e que tais




"the energy of human consciousness may share an affinity
with light that we do not yet understand.

turning toward that light, we might find it to be the source
of all our inspiration and creativity."


tarthang tulku

Scolari - Meu Caro Amigo

Por falar em acreditar. Alguém viu a entrevista do Scolari sobre a devoção à nossa Srª da Caravagio?
O desassombro dos brasileiros quando se trata de fé é espantoso! Eu Adorei!
Ele disse: Os portugueses até pedem milagres à Srª de Fátima, mas depois têm vergonha de falar nisso. É que neste país, como no Brasil, só mesmo com milagres é que a gente vai andando. Mas em terras de Santa Maria, a fé não tem vergonha!

(...)Aqui na terra tão jogando futebol...
tem muito samba muito choro e rock n' rool.
Uns dias chove noutros dias bate sol,
mas o que eu quero é te dizer:
que a coisa aqui tá preta(...)

Chico Buarque - Meus Caros Amigos



quinta-feira, junho 17, 2004

Sono Consciente

A propósito do post "cepticismo on line", publicado no Sono Consciente:

Creio nos anjos que andam pelo mundo,
Creio na deusa com olhos de diamantes,
Creio em amores lunares com piano ao fundo,
Creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes,

Creio num engenho que falta mais fecundo
De harmonizar as partes dissonantes,
Creio que tudo é éterno num segundo,
Creio num céu futuro que houve dantes,

Creio nos deuses de um astral mais puro,
Na flor humilde que se encosta ao muro,
Creio na carne que enfeitiça o além,

Creio no incrível, nas coisas assombrosas,
Na ocupação do mundo pelas rosas,
Creio que o amor tem asas de ouro. Ámen.


NATÁLIA CORREIA, Sonetos Românticos (1990).

O que fazemos a estes poemas?


Pinoccio- Paula Rêgo

terça-feira, junho 08, 2004

Zoo à Americana

Já visitei este zoo , em washington, porque é que o nosso país teima em ser surreal?





Zoo à portuguesa

Fui ao Jardim Zoológico
com a minha filha mais pequenina e fiquei muito triste.

Para começar: Parque de estacionamento e chegada ao zoo de carro. Terrível! Não há sítio para parar, aquela espécie de parque de camionagem não tem qualquer sentido.

Entrada - má sinalização, não se percebe se já estamos dentro do zoo nem onde são as bilheteiras.

O aspecto é terrível. Em vez de nos parecer que chegamos a um santuário da vida selvagem parece que chegamos à feira popular.

Bilheteiras- Terrível. Os carros de bébés não passam, o pessoal de contactio é antipático, as filas formam-se sem qualquer ordem , devido ao mau posicionamento das bilheteiras o que gera confusões.

O pior de tudo: a sujidade!

Está tudo sujo.
Experimentem ver no canteiro em frente ao Koala, ao lado da barraquinha de feira com bujigangas que não se percebe porque está lá. Nesse canteiro está uma vassoura velha e vasos de plástico partidos.

Os vidros de vedação dos cangurus estão mais sujos do que os um carro abandonado na rua.
A casa dos Gorilas tem grafitis e o chão todo sujo.

A exposição dos répteis, a única que tenta ter algum enquadramento expositivo, tem as letras todas a cair.
Os sinais identificativos dos animais estão tão estragados que é impossível a leitura da informação.

Quando entramos no Zoo não existem mapas de percursos ou outra informação do género.

As alternativas para fazer uma refeição , passam por macdonalds e pizzas huts, não há um restaurante confortável.

A imagem global, que deveria estar relacionada com a protecção do ambiente e dos animais está completamente devastada por tanta barraca de feira por tanto mac donald por tanto carrinho de moedinha.

Os animais também sentem este mau ambiente, estão tristes e é triste visitar o jardim assim.

quarta-feira, junho 02, 2004

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não lembra a ninguém ,

Está dificil entrar no Público PT, por isso transcrevo o resumo da notícia que me deixou sem fala esta manhã:

Defendidas quotas para travar entrada de mulheres nos cursos de Medicina
O crescente número de mulheres a entrar nas faculdades de Medicina está a causar apreensão entre alguns sectores da classe médica e das próprias instituições de ensino. Há mesmo quem defenda a criação de quotas para homens


Já agora, a propósito de comments, vejam lá se deixam algum no meu blog, shuiff....